Há umas semanas vi um documentário sobre robôs na tv e fiquei curioso acerca de um ramo da robótica conhecido como Beam. Achei muito interessante o facto de este modelo se parecer muito mais com o funcionamento do sistema nervoso humano, da que me parece ser aplicada na maioria dos robôs. Como vejo a coisa (posso e devo estar muito enganado), a maioria dos robôs baseiam-se em computadores para fazer tudo, até as coisas mais básicas. O modelo Beam usa componentes electrónicos simples/analógicos para cumprir funções que são comparáveis às do sistema nervoso dos seres vivos.
Os computadores/processamento digital servem, em formas mutantes deste modelo, para cumprir o tipo de funções que o cérebro leva a cabo nos mamíferos. Para um semi-leigo, esta abordagem faz muito sentido.
As implicações possíveis disto são que pela justaposição da abordagem analógica com a digital, no futuro para além de máquinas dos sonhos, podemos ter máquinas que sonham. Acho que nunca vou saber se isto é utópico ou distópico e ainda bem.


«Flesh and Metal: Reconfiguring the Mindbody in Virtual Environments»
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